terça-feira, 24 de junho de 2008

Trabalho sobre cybercultura - Redes Sociais

Modelos de Redes Sociais

Modelo de Mundos Pequenos

Stanley Milgram: primeiro experimento para observar o grau de separação entre as pessoas: cartas enviadas aleatoriamente a vários indivíduos, pedindo que eles a eviassem a um alvo específico que, caso não conhecessem, deveria ser acionado através de outra pessoa. Conclusão: das cartas que chegaram ao alvo final, a maioria havia passado por um pequeno número de pessoas. Isso indicaria que essas pessoas estaria a poucos graus de separação umas das outras. Por isso a idéia de "mundo pequeno".

Granovetter
: laços fracos (weak ties) e de laços fortes (strong ties). Os laços fracos seriam muito mais importantes que os laços fortes na manutenção da rede social, pois conectariam pessoas de grupos sociais diversos, dando aos clusters características de rede.

Watts e Stogartz: redes sociais apresentam padrões altamente conectados, tendendo a formar pequenas quantidades de conexões entre cada indivíduo.

Erdös e Rényi: laços estabelecidos entre pessoas próximas, mais os laços estabelecidos aleatoriamente entre alguns nós transformariam a rede num mundo. Assim, a distância média entre duas pessoas no mundo não ultrapassaria um número pequeno de outras pessoas, bastando que existisse entre os grupos alguns laços aleatórios.

Modelo das Redes sem Escalas

Barabási: críticas aos modelos de Erdös e Rényi, e também ao de Watts. Discorda da concepção de que, nas redes sociais, as conexões entre nós (indivíduos) eram estabelecidas de modo aleatório. Para Barabási, há uma ordem na dinâmica de estruturação das redes. Para Barábasi, as redes não seriam igualitárias. Ao contrário, alguns nós seriam altamente conectados, enquanto outros teriam poucas conexões. Os nós ricos seriam os hubs ou conectores e tenderiam a receber sempre mais conexões. Barabási denominou esse tipo de rede de Rede sem Escalas (Scale Free).

Lei de "rich get richer" (ricos ficam mais ricos): quanto mais conexões o indivíduo (nó) possui, maiores suas chances de conseguir novas conexões.

Preferencial Attachment (conexão preferencial): um novo nó tende a se conectar a outro pré-existente e mais conectado.

Redes Sociais na Internet

São as relações entre os indivíduos na comunicação mediada por computador. Esses sistemas funcionam através da interação social, buscando conectar pessoas e proporcionar sua comunicação e, portanto, podem ser utilizados para forjar laços sociais. As pessoas levam em conta diversos fatores ao escolher conectar-se ou não a alguém. Os laços sociais, portanto, são estabelecidos sob prismas muito específicos de interesses comuns de cada nó. As organizações sociais geradas pela comunicação mediada por computador podem atuar também de forma a manter comunidades de suporte que, sem a mediação da máquina, não seriam possíveis porque são socialmente não-aceitas.

O conceito de laço social passa pela idéia de interação social, sendo denominado laço relacional, em contraposição ao laço associativo, aquele relacionado unicamente ao pertencer (a algum lugar, por exemplo). Os laços associativos constituem-se em meras conexões formais, que independem de ato de vontade do indivíduo, bem como de custo e investimento. Os laços sociais também podem ser fortes e fracos. Laços fortes são aqueles que se caracterizam pela intimidade, pela proximidade e pela intencionalidade em criar e manter uma conexão entre duas pessoas.


Links Interessantes de redes sociais de música:

http://www.lastfm.com
http://www.imeem.com
http://www.mixme.com.br



quarta-feira, 30 de abril de 2008

Usabilidade

Usabilidade significa, essencialmente, facilidade de uso.

As mudanças estruturais e estéticas do formato da Internet que a fazem como a conhecemos hoje possibilitam cada vez mais facilidade de uso, e, sendo assim, uma acessibilidade cada vez mais abrangente. Dessa forma, a possibilidade de uma globalização virtual torna-se mais fácil de ser alcançada, sendo, inclusive, mola propulsora do desenvolvimento da educação integradora e facilitadora de transmissão do conhecimento.

Nesse site, encontrei questões bem legais sobre usabilidade (e os problemas gerados quando da falta desta)

http://usabilidoido.com.br/cat_usabilidade.html

Abraços

WEB 2.0

O termo Web 2.0 caracteriza as alterações que vêm ocorrendo na Web, às novas tendências.
No início da internet o modelo proposto era de exibição de conteúdo. O objetivo principal no acesso à internet era pesquisa.

Atualmente, a internet é, primordialmente, ferramenta de interação e comunicação. Muitas pessoas utilizam-se quase que exclusivamente desse mecanismo para receber e transmitir mensagens, diariamente. Nossa aula de seminário de tecnologia e comunicação nos permite essa interação de forma bastante aprofundada e concilia ambiente educativo com o ambiente virtual.

Algumas palavras-chave quando se fala em Web 2.0 ilustram bem o que estou tentando explicar: conteúdo, Interatividade, Disponibilidade, Experimentalismo e Portabilidade.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Explicações... e FILE

Estive sumida por uns tempos...Mas estou de volta.

O motivo da minha ausência foi a implantação de um projeto do qual faço parte aqui na FABICO. A proposta é uma rádio web voltada para o público acadêmico, com linguagem informal, programação variada e participação intensa dos estudantes.

Quem quiser conferir, passa no www.canalwebufrgs.blogspot.com

Quanto à exposição FILE, queria deixar registrado minha impressão. Gostei realmente de muitas obras, q me chamaram atenção pela interatividade (talvez seja esse o conceito do momento, tudo tem que ser o mais interativo possível) e grandiosidade de certas produções, como a obra-espetáculo "Jump" (em que você poula na frente de um telão e várias pessoas aparecem pulando com você), e uma obra que possui uma câmera que capta os movimentos do pó e ao mesmo tempo cria sons combinados com imagens. O nome dela, creio eu, é "Convergenze Parallele".

A arte digital é, na minha opinião, a expressão máxima da liberdade e pluralidade de possibilidades proporcionada pela tecnologia, não descartando o fato de que a cultura moderna sofre muito mais mediação e não podemos mais falar em produção individual, todos os produtos artísticos mediados tecnologicamente são fruto do trabalho coletivo (e de anos de experimentação). Ainda sim, possibilita com seus diversos recursos, acessibilidade quase universal (na teoria), o que possibilita também a popularização da arte e da cultura em geral.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Comunicação

"Para John B. Thompson, os meios de comunicação têm uma dimensão simbólica irredutível, ligada à produção, armazenamento e circulação de conteúdo entre produtores e receptores. Em sua teoria social, o autor ressalta que a comunicação se caracteriza como fenômeno integral de contextos mais amplos da vida social. O autor analisa a mídia sob a ótica das formas de interação que ela cria entre os indivíduos. O impacto da mídia provoca profunda alteração na comunicação entre as pessoas, ela cria relações sociais e novas maneiras de relacionamento do indivíduo com os outros e consigo.

A comunicação mediada é, invariavelmente, um fenômeno social inserido em contextos que se estruturam das mais diversas maneiras e que, assim, produzem impacto na comunicação que ocorre. Uma vez que a comunicação é normalmente "fixada" num substrato material de algum tipo, (escrita, imagens...) é fácil focalizar a circulação das mensagens da mídia e ignorar a complexa mobilização das condições sociais que subjazem à produção e circulação destas mensagens."

Esse é um trecho da resenha que estou escrevendo para a disciplina de Comunicação comparada. Achei pertinentes as reflexões do autor, então decidi que seria minha postagem.

Abraços

quarta-feira, 12 de março de 2008

Inauguração do blog

Inauguração do blog para a disciplina de "Seminário de Tecnologia e Comunicação".